terça-feira, 12 de junho de 2007
sexta-feira, 1 de junho de 2007
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Ah-ha! Uh-hu! O Maraca é nosso!
Estive lá pela primeira vez na vida nesse fim-de-semana!
Eram 4.500 pessoas que eu senti como se fossem 80 mil.
E ainda descobri que sou pé-quente: o Flu ganhou do atual campeão mundial, Inter, por 3 a 0.
Quem quer ser o próximo a me levar num estádio e ver seu time ganhar? :-P
COMO UMA MÃE FAZ FALTA (OU: O que fazer quando se está doente, com frio e sozinha em casa)
1. Entupa-se de remédios.
2. Cubra-se com milhares de cobertores.
3. Tenha tudo que você vai precisar ao alcance da sua mão (ex.: celular, água, papel, livros, chocolate...).
4. Tire forças da peruca para tomar um banho morno.
5. Ache o secador de cabelo em algum lugar na bagunça do armário.
6. Vá até a padoca na frente de casa tomar canja.
7. Feche as frestas da janela do seu quarto com um lençol.
8. Durma, durma, durma.
9. Sue, sue, sue.
10. Pense como uma pessoa saudável, ou seja, planeje a fanfarra do dia seguinte (mesmo que você saiba que jamais conseguirá fazê-la).
Pronto! You'll be as good as new. :-)
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Have you ever felt that nothing's ever going your way?
'Let Me Introduce My Friends' é um dos melhores álbuns dos últimos tempos: ouça aqui!
E conheça melhor a banda I'm From Barcelona que, apesar do nome, vem da Suécia, país que vem gerando cada dia mais músicos e bandas inovadores e excelentes.
A Suécia é o Pernambuco do mundo! :P
terça-feira, 22 de maio de 2007
Be nice to nerds
Chances are you'll end up working for one; já disse Bill Gates.
Então, veja o que o futuro nos reserva aqui. (o vídeo abre numa janela em pop-up, então desbloqueie!)
Pra aquecer os pensamentos
But fear of the inexplicable has not alone impoverished
the existence of the individual; the relationship between
one human being and another has also been cramped by it,
as though it had been lifted out of the riverbed of
endless possibilities and set down in a fallow spot on the
bank, to which nothing happens. For it is not inertia alone
that is responsible for human relationships repeating
themselves from case to case, indescribably monotonous and
unrenewed: it is shyness before any sort of new, unforeseeable
experience with which one does not think oneself able to cope.
But only someone who is ready for everything, who excludes
nothing, not even the most enigmatical, will live the relation
to another as something alive and will himself draw exhaustively
from his own existence. For if we think of this experience of
the individual as a larger or smaller room, it appears evident
that most people learn to know only a corner of their room, a
place by the window, a strip of floor on which they walk up and
down. Thus they have a certain security. And yet that dangerous
insecurity is so much more human which drives the prisoners in
Poe's stories to feel out the shames of their horrible dungeons
and not be strangers to the unspeakable terror of their abode.
We, however, are not prisoners. No traps or snares are set about
us, and there is nothing which should intimidate or worry us.
We are set down in life as in the element to which we best
correspond, and over and above this we have through thousands of
years of accommodation become so like this life, that when we
hold still we are, through a happy mimicry, scarcely to be
distinguished from all that surrounds us. We have no reason to
mistrust our world, for it is not against us. Has it terrors,
they are our terrors; has it abysses, those abysses belong to us;
are dangers at hand, we must try to love them. And if only we
arrange our life according to that principle which counsels us
that we must always hold to the difficult, then that which now
still seems to us the most alien will become what we most trust
and find most faithful. How should we be able to forget those
ancient myths about dragons that at the last moment turn into
princesses; perhaps all the dragons of our lives are princesses
who are only waiting to see us once beautiful and brave. Perhaps
everything terrible is in its deepest being something helpless
that wants help from us.
* Fear of the Inexplicable, poema de Rainer Maria Rilke.
terça-feira, 17 de abril de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
Música do momento
"Rapture rapes the muses" - Of Montreal:
Ouça a música aqui
Leia a letra aqui
Descubra a banda aqui
Veja o My Space deles aqui
E pros rapidinhos, leia no Wikipedia aqui
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Feliz Dia de São Valentim
Estava lá embaixo fumando um cigarrinho e me esquentando no sol, porque anda um friozinho estranho aqui em SP mas que estou adorando, e pensava cá com meus botões sobre o dia que a gente se conheceu.
É tão bom pensar em como tudo começou e como tudo evolui até hoje.
Aquela noite foi tão boa na minha vida que eu tenho certeza que nunca vou esquecer.
E isso me lembra também de dois momentos na noite, e eu acho que nunca te disse isso, em que eu achei que você fosse me beijar pela primeira vez. Acho que foi tudo tão instantâneo e incrível que eu sabia naquele momento que queria isso mais que tudo. E são dois momentos precisos que eu especialmente jamais vou esquecer.
O primeiro foi pouco antes da gente ir embora, quando sentamos no puff na salinha de frente pro palco. Você sentou do meu lado e me olhou de um jeito, e meu coração batia tão forte que parecia que ia pular da boca, e minha cabeça só pensava em como eu queria um beijo seu ali naquela hora e que ao mesmo tempo eu ia parecer uma boba não sabendo bem como reagir e simplesmente devolvendo o beijo.
Mas não aconteceu.
Aí depois quando fomos embora e a gente parou na esquina da ruazinha que dava pra sua casa, e eu só conseguia pensar no quanto eu queria te beijar mas nunca teria coragem de tomar a iniciativa, e que naquele instante sim você finalmente ia ter coragem pra me beijar, porque não era possível que depois de todas aquelas horas e toda aquela sintonia você não quisesse me beijar!
Fui me despedir de você e dar um beijo no seu rosto, e tinha certeza que você ia me segurar e me dar um beijo. Mas você se afastou de um jeito estranho, talvez vergonha, talvez medo, e foi embora, e eu fui embora, e então comecei a pensar que você não queria mesmo me beijar, já que não tinha tentado ali.
É estranho parar pra lembrar de tudo isso.
Acho que essa é uma explicação para como eu queria que você fosse na minha festa dois dias depois e também para como eu não teria coragem de ficar com você lá. Um homem como você não merecia uns beijos na balada.
E é incrível pensar no desenrolar de tudo depois.
As coisas realmente são como devem ser na vida da gente, né?
:)
