quinta-feira, 24 de maio de 2007

Have you ever felt that nothing's ever going your way?

'Let Me Introduce My Friends' é um dos melhores álbuns dos últimos tempos: ouça aqui!

E conheça melhor a banda I'm From Barcelona que, apesar do nome, vem da Suécia, país que vem gerando cada dia mais músicos e bandas inovadores e excelentes.

A Suécia é o Pernambuco do mundo! :P

terça-feira, 22 de maio de 2007

Be nice to nerds

Chances are you'll end up working for one; já disse Bill Gates.

Então, veja o que o futuro nos reserva aqui. (o vídeo abre numa janela em pop-up, então desbloqueie!)

Pra aquecer os pensamentos

But fear of the inexplicable has not alone impoverished
the existence of the individual; the relationship between
one human being and another has also been cramped by it,
as though it had been lifted out of the riverbed of
endless possibilities and set down in a fallow spot on the
bank, to which nothing happens. For it is not inertia alone
that is responsible for human relationships repeating
themselves from case to case, indescribably monotonous and
unrenewed: it is shyness before any sort of new, unforeseeable
experience with which one does not think oneself able to cope.

But only someone who is ready for everything, who excludes
nothing, not even the most enigmatical, will live the relation
to another as something alive and will himself draw exhaustively
from his own existence. For if we think of this experience of
the individual as a larger or smaller room, it appears evident
that most people learn to know only a corner of their room, a
place by the window, a strip of floor on which they walk up and
down. Thus they have a certain security. And yet that dangerous
insecurity is so much more human which drives the prisoners in
Poe's stories to feel out the shames of their horrible dungeons
and not be strangers to the unspeakable terror of their abode.

We, however, are not prisoners. No traps or snares are set about
us, and there is nothing which should intimidate or worry us.
We are set down in life as in the element to which we best
correspond, and over and above this we have through thousands of
years of accommodation become so like this life, that when we
hold still we are, through a happy mimicry, scarcely to be
distinguished from all that surrounds us. We have no reason to
mistrust our world, for it is not against us. Has it terrors,
they are our terrors; has it abysses, those abysses belong to us;
are dangers at hand, we must try to love them. And if only we
arrange our life according to that principle which counsels us
that we must always hold to the difficult, then that which now
still seems to us the most alien will become what we most trust
and find most faithful. How should we be able to forget those
ancient myths about dragons that at the last moment turn into
princesses; perhaps all the dragons of our lives are princesses
who are only waiting to see us once beautiful and brave. Perhaps
everything terrible is in its deepest being something helpless
that wants help from us.


* Fear of the Inexplicable, poema de Rainer Maria Rilke.

Pro dia de chuva

Ouça.

E para conhecer a banda clique aqui e aqui.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Meu mais novo vício

Tem música e tem listas, o que mais eu poderia querer? :D

Descubra aqui!

quarta-feira, 28 de março de 2007

Música do momento

"Rapture rapes the muses" - Of Montreal:

Ouça a música aqui

Leia a letra aqui

Descubra a banda aqui

Veja o My Space deles aqui

E pros rapidinhos, leia no Wikipedia aqui

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Feliz Dia de São Valentim

Estava lá embaixo fumando um cigarrinho e me esquentando no sol, porque anda um friozinho estranho aqui em SP mas que estou adorando, e pensava cá com meus botões sobre o dia que a gente se conheceu.

É tão bom pensar em como tudo começou e como tudo evolui até hoje.
Aquela noite foi tão boa na minha vida que eu tenho certeza que nunca vou esquecer.

E isso me lembra também de dois momentos na noite, e eu acho que nunca te disse isso, em que eu achei que você fosse me beijar pela primeira vez. Acho que foi tudo tão instantâneo e incrível que eu sabia naquele momento que queria isso mais que tudo. E são dois momentos precisos que eu especialmente jamais vou esquecer.

O primeiro foi pouco antes da gente ir embora, quando sentamos no puff na salinha de frente pro palco. Você sentou do meu lado e me olhou de um jeito, e meu coração batia tão forte que parecia que ia pular da boca, e minha cabeça só pensava em como eu queria um beijo seu ali naquela hora e que ao mesmo tempo eu ia parecer uma boba não sabendo bem como reagir e simplesmente devolvendo o beijo.

Mas não aconteceu.

Aí depois quando fomos embora e a gente parou na esquina da ruazinha que dava pra sua casa, e eu só conseguia pensar no quanto eu queria te beijar mas nunca teria coragem de tomar a iniciativa, e que naquele instante sim você finalmente ia ter coragem pra me beijar, porque não era possível que depois de todas aquelas horas e toda aquela sintonia você não quisesse me beijar!

Fui me despedir de você e dar um beijo no seu rosto, e tinha certeza que você ia me segurar e me dar um beijo. Mas você se afastou de um jeito estranho, talvez vergonha, talvez medo, e foi embora, e eu fui embora, e então comecei a pensar que você não queria mesmo me beijar, já que não tinha tentado ali.

É estranho parar pra lembrar de tudo isso.

Acho que essa é uma explicação para como eu queria que você fosse na minha festa dois dias depois e também para como eu não teria coragem de ficar com você lá. Um homem como você não merecia uns beijos na balada.

E é incrível pensar no desenrolar de tudo depois.
As coisas realmente são como devem ser na vida da gente, né?

:)

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Estava à toa na vida...

O meu amor me chamou pra sair por aí e dizer palavras de ardor.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Definitivo

Estava rindo à toa na rua e uma conclusão me atingiu como um raio: você me faz bem.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Papo de Butiquim

Vem assim do ar, com quem não quer nada, como algo que tenta respirar no abismo profundo que foi o corte de navalha no meu coração.

Projeto Lé com Cré

Encontros entre músicos de diferentes gêneros e trajetórias musicais a partir de 4 grandes temas que circundam a infância: o brinquedo, o sonho, a roda e o circo. O diálogo musical não se produz apenas com artistas que fazem música para o público infantil. A proposta é transcender a idéia de que exista música para crianças e música para adultos, ao promover espetáculos cujo repertório e performance sirvam de contato entre os 2 universos. Durante um mês, a cada semana, um espetáculo apresenta 2 formações musicais que se combinam a partir dos temas propostos.

Onde? No Teatro do CCBB.
Quando? Terças, às 13h e às 19h30.
Programação:

- 3/10 - O Brinquedo - com Badi Assad e Barbatuques
Como instrumentista, Badi Assad sempre imprimiu a marca da experimentação e diversidade. Violonista virtuosa, nunca se limita ao repertório e brinca com os instrumentos. Tocá-los com o pé ou com a mão, o que importa é produzir som de maneira lúdica. Badi também utiliza diversas técnicas vocais e de percussão corporal. O grupo Barbatuques brinca de tirar som do que, à primeira vista, não é um instrumento musical: o próprio corpo. O corpo é explorado das mais variadas maneiras, tornando-se um complexo de instrumentos percussivos, de onde se descobre uma variedade de timbres, melodias e cadências rítmicas.

- 10/10 - O Sonho - com Ceumar e Mawaca
A cantora e violonista Ceumar reúne em seu repertório canções cheias de lirismo. Segura e delicada, sua voz nos embala para o campo do sonho. O Mawaca estabelece conexões entre vários estilos, sotaques e ritmos, transformando uma canção arcaica em algo extremamente atraente aos ouvidos contemporâneos. O grupo pesquisa e recria a música das mais diversificadas etnias buscando conexões com a música brasileira. O figurino e coreografias trazem para o palco uma atmosfera onírica, onde o exótico parece-nos familiar, onde línguas e sons se misturam.

- 17/10 - A Roda - com Renata Rosa e Mundaréu

Renata Rosa é compositora e rabequeira. O timbre e a expressividade de sua voz impressionam pela relação direta com as vozes femininas do nordeste. Em suas músicas explora a riqueza sonora do baixo São Francisco alagoano e da Zona da Mata pernambucana: rodas de coco, maracatu rural, cavalo-marinho, ciranda e boi. O grupo Mundaréu, de Curitiba, é composto por músicos, bonequeiros e cantores que reúnem em seu repertório músicas da tradição oral, recolhidas em suas viagens e pesquisas pelo Brasil.

- 24/10 - O Circo - com Anima e Antúlio Madureira

A música do sexteto Anima é tecida sob as malhas do antigo e do tradicional. Apresenta um repertório baseado na música brasileira de tradição oral, estabelecendo ligações com o cancioneiro antigo da Europa. Antúlio Madureira trabalhou com o Balé Popular do Recife, fundado por sua família em 1977. Participou do Quinteto Armorial, da Orquestra Romançal e do Trio Romançal Brasileiro. Tornou-se um artesão musical, que cria, recria e aperfeiçoa instrumentos a partir de objetos comuns.
Fonte: BB Cultura

Próximos shows a conferir

Para colaborar com a minha organização e, principalmente, pra eu não esquecer dos shows que vou (hehe), fiz uma lista das próximas atrações de Sampa.

Ultimamente estou numa investida frenética em idas a shows de todos os tipos, talvez, inconscientemente, numa leve intenção de virar crítica (hahaha), até porque vou voltar a estudar música e nada melhor do que reaquecer bem os ouvidos. Sem contar que tem MUITA coisa boa rolando na cidade e não dá pra perder certas chances.

Portanto, a lista:



  • 9, 10 e 11/11 – 5ª, 6ª e sábado – Roberto Carlos – Credicard Hall – 5ª 21h30/ 6ª e sábado 22h - $60 a $190

  • 11/11 – sábado - Black Eyed Peas Anhembi - horário e preço a confirmar

  • 13 e 14/11 – 2ª e 3ª – New Order – Via Funchal – 22h – $150 a $250

  • 25/11 - sábado - Nokia Trends: The Bravery, 2manydjs, Ladytron, Soulwax, Hot Hot Heat, James Holden - Anhembi - horário a confirmar - $120,00

  • 7 e 8/12 5ª e 6ª – The Cult Credicard Hall21h30/22h $90 a $240

  • toda 4ª – Jamelão – Bar Brahma – 22h30 - $30

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Só esse findi!

Tem a XI Brooklinfest!

Nos dias 7 e 8 de outubro com expositores, bandas e grupos de dança típicos, que animam a platéia com ritmos alemães, e o Espaço Criança, com as tradicionas brincadeiras de rua, oficinas e jogos educativos.

Acontece entre as ruas Joaquim Nabuco, Barão do Triunfo e Princesa Isabel, entre a av. Santo Amaro e Vereador José Diniz, das 10h às 22h.

Sugiro uma passadinha no estande da Minina di Minas da Gra Starling na Rua Joaquim Nabuco #17 (do lado oposto ao Banespa).